terça-feira, outubro 30, 2012
Estou correndo pelo mundo, tudo passa em um segundo. Memórias custam a apagar, vc continua no mesmo lugar. Enquanto eu vivo a correr, vc continua a sofrer. No horizonte não há mais nada, e eu lembro de tudo que eu gostava. Eu estou correndo pelo mundo, tudo passa em um segundo. Em cada uma nova forma de viver, em cada esquina uma chance de morrer.
segunda-feira, outubro 29, 2012
domingo, outubro 28, 2012
segunda-feira, setembro 10, 2012
quarta-feira, agosto 22, 2012
“Sempre precisei de um pouco de atenção. Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto. Nesses dias tão estranhos, fica a poeira se escondendo pelos cantos. Esse é o nosso mundo: o que é demais nunca é o bastante e a primeira vez é sempre a última chance… Ninguém vê onde chegamos. Os assassinos estão livres, nós não estamos.”
— Legião Urbana
terça-feira, julho 31, 2012
sábado, julho 14, 2012
E eu fico na vontade
Vontade de chorar.
Vontade de gritar.
Vontade de correr.
Vontade de ficar.
Vontade de sorrir.
Vontade de sentir.
Mas eu to só na vontade.
Sem ti.
Sem ninguém.
Sem abraço ou mordida.
Sem palavras, nem discussão.
Sem amor ou ferida.
Sem nada... em vão.
Autora: Juliana Souza
Vontade de gritar.
Vontade de correr.
Vontade de ficar.
Vontade de sorrir.
Vontade de sentir.
Mas eu to só na vontade.
Sem ti.
Sem ninguém.
Sem abraço ou mordida.
Sem palavras, nem discussão.
Sem amor ou ferida.
Sem nada... em vão.
Autora: Juliana Souza
terça-feira, julho 10, 2012
Eu sei - Legião Urbana
Não quero lembrar
Que eu erro também
Um dia pretendo
Tentar descobrir
Porque é mais forte
Quem sabe mentir
Não quero lembrar
Que eu minto também...
Que eu erro também
Um dia pretendo
Tentar descobrir
Porque é mais forte
Quem sabe mentir
Não quero lembrar
Que eu minto também...
Eu sei! Eu sei!...
Conto na chuva
Enquanto chovia lá fora; enquanto as pessoas caminhavam e
corriam presas na sua rotina, enquanto os ventos sopravam cantando a ira da
natureza, enquanto tudo acontecia, o nada se formava. Dentro de seu apartamento há mais de 10 dias, sem sair, sem saber de ninguém, sem correr, sem viver; lá
ele permanecia, trancado em sua dor, trancado em seu mundo. Seu nome era
Joseph, tinha 28 anos, cabelos castanhos curtos, 1,80m de altura,ele tinha uma dor, um rombo
no coração; ele não dormia a 5 dias, não comia a algumas horas, tudo acabou, tudo terminou, inclusive a vida. Há 11 dias ele perdeu a
pessoa que mais amava, ele perdeu sua vida, que se chamava Carolina. Ela morreu? –
não para ele – ela está viva e sempre vai estar, para ele sempre vai estar. O
que fazer quando a vida não lhe é mais atrativa? O que fazer quando a dor é tão
grande que lhe tira as forças? Como prosseguir? Como se levantar? A resposta
nunca vem claramente e o caminho nunca se percorre sozinho.
Autora: Juliana Souza
Assinar:
Postagens (Atom)



